sexta-feira, 8 de novembro de 2013

2° capítulo: Mudanças ∿

Depois daquela linda declaração, nós estamos ficando.. Digamos que é tipo um namoro, mas nada oficializado, e a cada dia a mais estou me apaixonando por ele. Se ele já era perfeito como amigo, acho que como namoro é melhor ainda. Ele vem me buscar todos os dias lá na lanchonete, damos uma voltinha e depois ele me leva pra casa. Meu pai amou, porque ele acha que eu devo me distrair um pouco, sair mais. Enfim, agora estou entrando em casa, voltando da aula.




Analú:
Boa tarde pai . Ele estava sentado no sofá assistindo o noticiário.
João: Boa filha.
Analú: vou fazer uma lasanha hoje, tá afim?
João: claro, e quem não está? sua lasanha é a melhor. Ele riu.
Analú: não precisa exagerar pai. Ri.
João: é verdade filha.
Analú: sei , já volto.


Fui pro meu quarto, e deixei minhas coisas lá. Peguei um vestido velho de ficar em casa, e uma calcinha. Calcei minha sandália, e fui pro banheiro. Tomei um banho rapidinho, e me vesti. Fiz um coc soltinho no cabelo, e fui direto pra cozinha. Peguei os ingredientes que iria precisar na geladeira e no armário e comecei a preparar a minha lasanha.
 


.... 


Já arrumei a mesa,e meu pai já está sentado. Tirei a lasanha do forno, e pus em cima da mesa, peguei a faca e cortei servindo uma fatia pro seu prato. Depois cortei e coloquei pra mim, abri o refrigerante e servi nossos copos.

João: o cheiro está bom.
Analú: tá mesmo, tô morrendo de fome.
 

Comemos e estava uma delícia, terminamos mas continuamos na mesa conversando.

João: e como anda o namoro?
Analú: não é namoro pai, mas está perfeito.
João: você está feliz?
Analú: demais, o senhor não faz ideia. As vezes, eu fico até com medo, porque sempre como estamos felizes tem algo pra estragar.
João: querida, não fique com medo só tente aproveitar todos os momentos bons, porque se um dia for acabar, você terá as boas lembranças.
Analú: ele me faz tão bem, sabe? . E foi inevitável não sorri ao lembrar dele.
João: que linda, minha filhinha apaixonada. Ele riu, e eu também ri.
Analú: Bobo, agora deixa eu lavar essa louça e depois vou pra lanchonete. Me levantei, pegando os pratos e colocando na pia.
João: deixa a louça comigo hoje.
Analú: eu lavo, não tem problema.
João: Ana, larga essa louça ai, e vai se arrumar pra trabalhar. 


Ele falou sério e alto, larguei os pratos lá e fui pro meu quarto. Confesso que fiquei chateada, não gosto quando ele fala assim comigo. Me arrumei rápido, colocando uma calça jeans justa, uma camiseta de manga rosa, e uma sapatilha preta. Arrumei meu cabelo o deixando solto, coloquei meus brincos com a corretinha, passei perfume. Me olhei no espelho do guarda roupa e eu estava sem graça, sei lá. Peguei um batom rosinha em cima da minha banquinha e passei, melhorou. Peguei minha bolsa com meu celular e sai do quarto. Meu pai não estava na sala e nem na cozinha, fui ver no seu quarto. Abri a porta, e ele estava deitado na sua cama.

Analú: Já estou indo tá? tchau ..
João: tudo bem, vai com Deus.
Analú: Amém. Dei um beijo na sua bochecha, e sai do quarto. Fui na cozinha, bebi um copo de água, e sai de casa. Fui pro ponto, e em alguns minutos o meu ônibus chegou. Entrei no mesmo, passei na catraca e fui procurando alguma cadeira pra me sentar. Achei uma no fundo, me sentei, conectei meus fones de ouvido e fiquei escutando músicas.
 


....


Estou descendo agora do ônibus, peguei um engarrafamento mas não demorou muito. Caminhei até a lanchonete, e a Dona Jú estava abrindo.


Dona Jú: Boa tarde querida. Ela sorriu, abrindo o cadeado.
Analú: Boa Dona Jú, desculpa o atraso, peguei um engarrafamento.
Dona Jú: tudo bem querida, agora me ajuda aqui, que eu estou com meus braços que não aguento de dor. Fui rápido até ela, e a ajudei.
Analú: Anda fazendo muito esforço em casa Dona Juliana?
Dona Jú: Oh querida, ontem fui lavar umas roupas, aí ficou assim. Velho é foda, não pode fazer nada, que tudo dói.
Analú: A senhora não tem mais idade pra lavar roupa Dona Jú, já falei que pode me dá que eu lavo.
Dona Jú: você não é minha empregada querida, só minha funcionária, e daqui da lanchonete.
Analú: não tem problema nenhum.
Dona Jú: você é mesmo um anjo. Sorri.
 

Ajeitamos tudo lá, e o movimento começou.. Uma garota sentou numa das nossas mesinhas aqui fora, fui até ela com o cardápio da lanchonete.
Analú: Boa tarde. Foi ai que ela levantou a cabeça pra me olhar, e eu percebi que ela estava chorando, com um rosto triste, me cortou o coração a ver assim.- Licença aqui.- Me sentei na outra cadeira na sua frente.- Você está bem?
 

- Estou sim, obrigada. Ela começou a chorar, ela chorava feito criança, eu me levantei, coloquei minha cadeira ao seu lado, e a abracei.
Analú: você não está nada bem, quer conversar? respira, você vai passar mal desse jeito. Ela parou de chorar mais, e começou a respirar fundo. - Isso, agora fala, o que aconteceu?
- a minha avó , minha avó .. .Ela voltou a chorar, abracei ela mais forte, ela se virou e colocou seu rosto em meu ombro.
Analú: chora vai, coloca pra fora tudo que está ai dentro. .E assim ela fez, chorou muito, e aos poucos ia parando, ela soltou dos meus braços, e me encarou.
- minha avó, ela faleceu, estou sentindo tanto a falta dela. Eu não disse nada, e também não tinha nada pra falar, não tem palavras que conforte esse tipo de situação, abracei ela novamente.
Analú: sinto muito flor, ela deve está um lugar melhor, descansando, olhando por você.
- ela era uma pessoa tão boa, porque logo ela? ela não fez mal a ninguém, não merecia isso.
Analú: é difícil de entender, mas confia em Deus. Ele sabe o que faz, e se ela foi, é porque foi o melhor pra ela.
- obrigada, obrigada mesmo. Voltei a encará-la e peguei na sua mão, ela tremia, estava pálida.
Analú: quer uma água? você está tremendo, você comeu hoje? cadê seus pais? você está sozinha? porque veio pro colégio?. Ela riu, acho que do jeito que eu fazia perguntas uma atrás das outras.
- eu tomei um suco antes de vim pro colégio, eu estou bem.
Analú: um suco não vai te sustentar o dia inteiro, espera aqui quietinha.
 

Caminhei voltando pra lanchonete, a Dona Jú estava lá sentada.

Dona Jú: o que ela tem? vejo que está péssima.
Analú: perdeu a avó, está sofrendo coitada, está sem comer, vou pegar um lanche pra ela, você desconta no meu salário tá?
Dona Jú: pode pegar querida.


Fui no cantinho, onde preparávamos os lanches. Fiz um misto quente pra ela, e preparei um suco de laranja bem forte pra ela. Pus tudo em uma bandeja, e fui levar.


- você nem me conhece e se preocupa tanto, o mundo precisa de mais pessoas como você.
Analú: por nada, agora come tudinho aí. Eu vou aqui e volto, tenho que trabalhar, mas eu to de olho em você viu. .Ela sorriu, e pegou o misto levando a boca. 


Voltei pro meu trabalho, mas sempre olhava pra sua mesa, ela parecia bem melhor, ainda bem.
A tarde passou, e ela ficou ali na mesa, disse que não queria ir pra casa pois seus pais estavam trabalhando. Agora, acabamos de fechar a lanchonete, ela estava ao meu lado.


Dona Jú:
Aqui querida, seu dinheiro .Ela me deu, e eu peguei em sua mão, eu não recebo muito, é a metade de um salário e mais um pouco, mas me ajuda muito. - E amanhã é sua folga tá?
Analú: tudo bem, obrigada.
Dona Jú: você não tem que agradecer nada, é seu trabalho querida, agora eu já vou indo pra não ficar tarde, boa folga. E boa noite querida .Ela falou pra a garota ao meu lado.
- Boa noite linda. Ela sorriu.
 

Dona Jú foi caminhando ..

Analú: Como é seu nome? Passamos a tarde inteira juntas, e não nos apresentamos.
- Ah, foi mesmo. Ela riu. - meu nome é Julietta, mas me chame de Jú please.
Analú: Meu nome é Analú, você vai pra onde? eu vou pro ponto, você também vai?
Jú: pode ser..
 

Fomos caminhando para o ponto que não era muito longe dali. Chegamos, e sentamos naqueles banquinhos. O celular da Julietta começou a tocar, ela tirou da sua bolsa e atendeu.

Jú: Oi mãe .. Sim, tô bem .. Tô aqui perto do colégio .. Tô com uma amiga .. Tá, tô esperando! Beijos. Ela falava rápido, a mãe dela deve estar preocupada, pois ela deveria ter chegado do colégio a muito tempo.


Analú: Preocupada?
Jú: Demais, ela deve ter chegado em casa e a Vera deve ter falo que eu sai pro colégio de manhã cedo e até agora não cheguei, do jeito que a Vera é, deve ter pirado. Ela riu.
Analú: quem é Vera?
Jú: a nossa empregada, que é mais como um parente, do que empregada.
Analú: ah ..
 

Alguns minutos se passaram, até que um carro parou na nossa frente, o vidro do carro desceu e era uma mulher morena, bem bonita.

Jú: minha mãe. Ela sorriu.
Analú: ah ta.
Jú: bom, eu já vou indo tá? obrigada por tudo!
Analú: que nada, tchau. Ela me deu dois beijos, e me abraçou, retribui seu abraço.
Jú: obrigada mesmo.
Analú: que nada, quando precisar, já sabe onde trabalho.
Jú: tudo bem.
 

Ela se afastou e abriu a porta do carro e entrou.
- Sua amiga não quer uma carona filha?
Jú: Desculpa, quer carona?. Ela me olhou.
Analú: não precisa, obrigada. Sorri simpática.
- Obrigada por ter tomado conta da minha filha, eu falei pra ela não vim pra aula, mas ela é teimosa. 



  


Julietta Ruchel, 17 anos .. Está no 3° ano do ensino médio, estuda no colégio Sampaio, ela é de família rica, mas é bastante humilde. Tem um coração enorme, super amiga, e uma garota dedicada e uma ótima filha. Já namorou há um ano atrás, mas não gosta de comentar sobre esse assunto.Nasceu aqui no Brasil, mas até o ano passado morava nos Estados Unidos, deixou seus problemas lá e voltou.




Apenas sorri, a Jú acenou com a mão, e o carro deu a partida. Não demorou muito o meu ônibus passou, peguei o mesmo e me sentei. Meu celular começou a tocar, olhei no visor, era o Fred.


  Início de ligação


Analú: ooi amor.
Fred: aonde você está? Tô aqui na porta da lanchonete.
Analú: fechou um pouquinho mais cedo hoje, já tô no ônibus.
Fred: porque não me ligou anjo? Eu iria vim te buscar.
Analú: você sabe que não precisa .. Ele suspirou.
Fred: posso ir na sua casa mais tarde?
Analú: claro.
Fred: tá, assim que chegar me manda um SMS avisando ok?
Analú: aham.
Fred: te amo muito.
Analú: também te amo.
 


Final de ligação


Guardei meu celular na bolsa, e encostei minha cabeça no ferrinho da cadeira, cochilei ali mesmo. Quando acordei, o meu ponto já era o próximo, levantei e apertei aquele botãozinho que pede ponto, sei lá como é o nome disso. O motorista parou, e eu desci. Fui caminhando pro prédio, passei no portão e subi. Peguei a chave na bolsa e abri a porta, meu pai estava sentado no sofá.


Analú: boa noite.
João: boa filha, como foi o dia?
Analú: bem e o seu?
João: tedioso, como sempre.


Ri, e fui pro meu quarto. Deixei minhas coisas lá e fui pro banheiro, tomei um banho rapidinho, sai enrolada na toalha e voltei pro quarto. Peguei meu baby doll, uma calçinha e vesti. Fiz um coc no meu cabelo, peguei o dinheiro que recebi hoje, e guardei na gaveta do guarda roupa. Sai do quarto, e fui pra cozinha. Meu pai tinha feito café, coloquei um pouco pra mim numa caneca, pus leite e mexi,peguei um pacote de biscoito Maizena e fui pra sala. Fiquei conversando com meu pai enquanto tomava meu café, terminei, coloquei a caneca em cima da mesinha na sala, e me deitei no sofá, estou morrendo de sono, sério.

A campainha começou a tocar, estava com preguiça nem me levantei pra atender, meu pai viu meu estado e se levantou, abriu a porta e era o Fred, tinha esquecido dele. 


Fred: boa noite seu João, como o senhor tá? . Ele
João: estou indo, graças a Deus, e você? estudando muito?
Fred: estudando e trabalhando também, o velho não deixa eu sair daquela empresa.Meu pai riu, o Fred veio em minha direção e sentou ao meu lado. - Está sentindo alguma coisa?
Analú: preguiça e sono. Ele me deu um selinho.
João: bom meus jovens, estou no quarto, juízo.
Analú: eu tenho de sobra pai, relaxa.
Ele riu e entrou no seu quarto, o Fred olhou pra mim.
Analú: o que foi amor? . Eu ri.
Fred: a cada dia que se passa você fica mais linda . Sorri, e ele me beijou.
Analú: e você mais fofo .. vamos pro quarto? me carrega. Falei encerrando nosso beijo. 


Assim ele fez, me carregou, e me levou até meu quarto me deixando em cima da minha cama, ele deitou ao meu lado, e me abraçou. Ficamos conversando besteiras, meus olhos estavam fechando sozinho de tanto sono, chegava a arder, mas eu não queria dormir, não agora.

Fred: eu já vou pra tu poder dormir, seus olhos estão vermelhos.
Analú: não, fica aqui. Dei um selinho nele.
Fred: você tá cansada, tem que dormir.
Analú: amanhã eu tô de folga, vou descansar.

Fred: porque você não para de trabalhar? eu já te falei que eu te ajudo no que você precisar vida.
Analú: e eu já falei que não precisa, eu agradeço de coração mas eu já tô acostumada e gosto de trabalhar lá.
Fred: mas ..
Analú: shiu, não vamos brigar por causa disso né, já conversamos sobre isso, então esquece, eu não vou mudar de ideia. Ele ficou sério - Não fica assim amor. - Dei um selinho nele, e ele continuou com sua cara fechada, subi em cima dele, e o beijei. No meio do beijo, ele virou ficando por cima de mim, ainda não transamos, eu sou virgem e ele sabe disso,respeita e espera a hora certa. Namoramos bem quente, mas quando vejo que tá saindo do controle, eu paro pra não dar gelo nele, na hora H né? Ele ficou fazendo cafuné no meu cabelo, e eu acabei pegando no sono.


Acordei com meu celular despertando, e o Fred não estava mais ali. Peguei no sono, e esqueci dele, tadinho. Me levantei, coloquei meu celular pra carregar, arrumei minhas coisas pra aula e fui pro banheiro, tomei um banho, lavei meu cabelo e sai. Voltei pro quarto, vesti uma calcinha, a calça e a camisa do colégio. Calcei minha sapatilha, penteei meu cabelo, e deixei solto para secar logo. Peguei um dinheiro no guarda roupa e coloquei na minha bolsa,peguei meu celular e sai do quarto. Deixei minha bolsa em cima do sofá e fui pra cozinha. Tomei um copo de leite, e fui no quarto do meu pai. Ele ainda estava dormindo, dei um beijo na sua testa e sai. Peguei minha bolsa, e sai de casa. Caminhei até o colégio, e já tinha começado a aula. Bati na porta da sala, e abri um pouco colocando só minha cabeça pra dentro.

Analú: Bom dia professora, posso entrar? . A turma toda olhou pra mim, e eu odeio chegar atrasada por causa disso.
- Claro Analú, entre.

Entrei e fechei a porta, sentei logo na frente e comecei a prestar atenção na aula.


....



Bateu o sino para o intervalo, arrumei minhas coisas e me levantei pra sair da sala, até uma garota daqui da turma, foi na frente da sala.

- Galera, olha .. Nossa turma está liberada pois o professor de matemática e química não veio hoje. 

Todos comemoraram, graças a Deus, confesso que adoro chegar mais cedo em casa. Sai do colégio, e fui caminhando pra casa, passei em frente a um mercado e resolvi parar para compras algumas coisas que estava precisando lá em casa. Peguei um carrinho e entrei .. Fui andando e pegando, comprei arroz, feijão, macarrão, essas coisas. Comprei carne, frango, peixe e outros. Também Nescau, leite, biscoitos, refrigerante, enfim. Passei no caixa, paguei tudo .. Como tinha muitas sacolas, pedi ao carinha na frente para ele levar com o carrinho, ele me levou e me ajudou a subi com as sacolas. Paguei e agradeci ao mesmo, peguei a chave na bolsa e abri a porta. Meu pai estava na sala, me ajudou a colocar as sacolas pra dentro, arrumei tudo no armário da cozinha e fui tomar um banho porque tá calor demais. Coloquei qualquer roupa e voltei pra cozinha, estou preparando o almoço até que meu celular começou a tocar, olhei no visor, e era um número desconhecido, atendi...

 Início de ligação

Analú: alô.
- Analú? . Era uma voz feminina e conhecida.
Analú: quem é?
- é a Julietta boba.
Analú: ah, desculpa .Ri.
Jú: vamos sair hoje? preciso me distrair, e minha mãe me recomendou você. Ela riu.
Analú: pra onde você quer sair?
Jú: não sei, mas se você não quiser sair, tudo bem.
Analú: não, pode ser.
Jú: vamos assistir um filme?
Analú: pode ser.
Jú: estou olhando aqui no site .. Ela fez uma pausa. - no cinema não tem nenhum filme que preste em cartaz, e agora?
Analú: sei lá, tu resolve.
Jú: vamos assisti um aqui em casa, pode ser?
Analú: tá, que horas?
Jú: Umas três horas, certo?
Analú: certo, agora me passa seu endereço.
Jú: eu moro aqui no Villa dos corais.
Analú: a onde é isso? . Ela riu.
Jú: acho melhor eu ir te buscar, olha, fica lá na lanchonete onde você trabalha que eu te pego lá tá?
Analú: tá certo então, agora deixa eu desligar porque eu tô cozinhando.
Jú: hmm, enquanto eu não sei nem fritar um ovo. Nós rimos.
Analú: depois eu te ensino então, beijos.
Jú: beijos, três horas viu.
Analú: viu. 

Final de ligação


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